
De acordo com a juíza responsável pela Justiça Comunitária, Augusta Prutchansky Martins Gomes Negrão Nogueira o evento foi uma união de esforços pensando na realização de sonhos.
“Quisemos fazer o casamento comunitário porque percebemos que muitas pessoas queriam realizar o sonho e não tinha condições de fazer em razão do valor das custas. Assim, em parceria com o 2º Ofício realizamos o casamento comunitário. Não queríamos algo somente para formalizar no papel e buscamos fazer uma celebração bonita para os casais”, afirmou.

A habilitação prévia foi realizada pelo cartório e a celebração coletiva foi feita no dia do evento, em que todos assinaram os termos de casamento e levaram para casa as respectivas certidões de casamento.
“A celebração estreita os laços dos serviços notariais e registrais com a comunidade e representa efetiva realização dos direitos sociais da comunidade, especialmente daqueles que mais precisam”, declarou o tabelião.
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto 1 – Foto colorida onde aparecem as noivas com vestidos brancos. Algumas seguram buquês de flores e uma delas está acompanhada de uma menina que também veste branco e segura um buquê.Foto 2 – Foto colorida onde aparecem os noivos. Alguns deles aparecem ao lado da noiva. Os casais estão em fila para entrar no local da cerimônia. Foto 3 Foto colorida onde aparece o local da cerimônia. Tem um corredor com tapete vermelho e cadeiras à direita e à esquerda. O corredor ainda é formado por arranjos de flores brancas e vermelhas.
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
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Fonte: Tribunal de Justiça de MT