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Inserido em: 29/10/2019  13:55:57


Suspeitos de matarem líder de facção criminosa passam por exame de corpo de delito



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Os presos suspeitos de participarem da morte de  Paulo Cesar dos Santos, conhecido como “Petróleo”, na Penitenciária Central do Estado (PCE) foram submetidos ao exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

Conforme o Cuiabano News apurou, o exame serve para verificar se algum dos suspeitos possui alguma lesão no corpo decorrente da luta corporal que tiveram com Petróleo, líder do Comando Vermelho, antes da sua morte.

Foram submetidos ao exame Luciano Mariano da Silva, o “Marreta”, Baltazar Luz de Santana ou Baltazar Leandro Pereira Neto, Pedro Paulo Ferreira Pinheiro e Sidney Bittencurt, conhecido por “Fuzil”.

O resultado do exame de corpo de delito deve sair em no máximo 30 dias.

A morte de Petróleo 

Paulo Cesar dos Santos, foi encontrado morto em um banheiro da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, na manhã de domingo (27).

Paulo Cesar da Silva, conhecido como Petróleo, foi encontrado morto na PCE — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

Segundo a Sesp, por volta das 5h30 de hoje (27) os presos da cela 21, do Raio 5 Corredor B, da PCE, começaram a bater nas grades para chamar os agentes penitenciários.

Ao entrarem no local os agentes constataram que Paulo Cesar estava enforcado com um lençol, no banheiro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, que constatou o óbito.

O caso segue em investigação.

Depoimento

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Petróleo foi ouvido no Fórum de Cuiabá três dias antes de ser encontrado morto, pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, na última quinta-feira (24), na Sétima Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

Ele seria interrogado novamente pela juíza em outra audiência.

Operação Assepsia

Petróleo foi preso em junho deste ano durante a Operação Assepsia, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), no dia 18 de junho deste ano.

Ele foi detido por participação em um esquema de entrada de aparelhos celulares dentro da unidade prisional. Além dele, foram presos o detento Luciano Mariano da Silva, conhecido como “Marreta”, o então diretor, Revétrio Francisco da Costa, o subdiretor, Reginaldo Alves dos Santos e os policiais militares: Cleber de Souza Ferreira, Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira e Denizel Moreira dos Santos Júnior.

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