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Inserido em: 22/07/2019  18:23:19

EM CUIABÁ


Intenção de consumo cai 4,2% em julho



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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), em Cuiabá, apresentou retração de 4,2% em julho sobre o mês imediatamente anterior e contabilizou 76,2 pontos. A queda observada no mês veio depois de duas altas consecutivas da pesquisa, que desde o início do ano apresenta oscilação. A variação negativa também foi observada nas famílias que recebem até 10 salários mínimos (-4%) e nas que recebem acima de 10 s.m. (-5,5%).

A pesquisa divulgada pela Fecomércio/MT há pouco, vem registrando um desempenho negativo para o ano de 2019, saindo de 83,3 pontos em janeiro para os atuais 76,2 pontos, apontando perdas de 8,6%. Na comparação com julho do ano passado, observou-se um aumento na ICF de 2,8%, quando a pesquisa somava 74,1 pontos.

O índice abaixo de 100 pontos indica uma percepção de insatisfação, enquanto acima de 100 (com limite de 200 pontos) indica o grau de satisfação em termos do emprego, renda e capacidade de consumo das famílias em Cuiabá.

Todos os componentes da pesquisa tiveram variação negativa no mês. O destaque negativo – de -5,4% – ficou para o Nível de Consumo Atual, que somou 55,3 pontos em julho de 2019. Para o componente, 62% das famílias entrevistadas acreditam estar comprando menos que no mesmo período do ano passado e apenas 17,3% disseram estar comprando mais.

Para a Perspectiva de Consumo, que mostrou retração mensal de 5,3% em julho e 59 pontos, 60,1% das famílias entrevistadas acreditam que, para os próximos meses, o consumo tende a ser menor que o ano passado. Somente 19,1% das famílias entrevistadas acham que o consumo será maior que no ano passado.

Apesar de Mato Grosso contabilizar, mensalmente, aumento na geração de emprego, com um saldo positivo de 13.105 novas vagas registrado de janeiro a maio de 2019, segundo dados do Caged/MTE, a pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou para o componente Renda Atual, uma queda de 6% de junho de 2018 para junho deste ano, onde mostra que para a maioria dos entrevistados (38,5%), a renda familiar piorou em relação ao mesmo período do ano passado.

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